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	<title>Arquivo de surdocegueira - Tudo sobre Inclusão Consultoria</title>
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	<title>Arquivo de surdocegueira - Tudo sobre Inclusão Consultoria</title>
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		<title>Princípios Orientadores na Educação de Pessoas Surdocegas</title>
		<link>https://tudosobreinclusao.com/2026/01/26/principios-orientadores-na-educacao-de-pessoas-surdocegas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[TIC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 21:38:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Educação inclusiva]]></category>
		<category><![CDATA[educador especial]]></category>
		<category><![CDATA[pessoa com deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[pessoa surdocega]]></category>
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		<category><![CDATA[surdocegueira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Educação Inclusiva Nossa experiência já mostrou há muito tempo, que o simples fato de tocarmos&#8230; <a class="continue" href="https://tudosobreinclusao.com/2026/01/26/principios-orientadores-na-educacao-de-pessoas-surdocegas/">Continuar lendo<span> Princípios Orientadores na Educação de Pessoas Surdocegas</span></a></p>
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<h1 class="wp-block-heading">Educação Inclusiva</h1>



<p>Nossa experiência já mostrou há muito tempo, que o simples fato de tocarmos nas palavras Pessoa Surdocega ou Surdocegueira na presença do ser humano provém de imediato um mundo desfigurado, um mundo sem luz nem som, portanto solitário e, para muitos, inatingível, consequentemente impossível de ser, pelo menos, em parte modificado.</p>



<p>Esse é o mundo, a realidade da Surdocegueira vista por alguém de fora. Porém, nosso objetivo ainda deve ser cumprido; desmistificar esta visão é necessário. Pois bem! Educar uma Pessoa Surdocega, sendo este apenas Surdocego ou apresentando outra deficiência associada, é um processo bastante complexo, principalmente tratando-se da Surdocegueira pré-simbólica, o que veremos mais adiante, aqui mesmo neste espaço.</p>



<p>Sobretudo, no que se refere à Surdocegueira pré e pós-simbólicas, estratégias educativas adequadas a cada grupo e inseridas neste, a cada pessoa poderão não o ser para outra, dado que cada pessoa é um ser único. No entanto, existem alguns princípios que, em nosso tempo de convivência e participações, mostraram-se úteis podendo ser importantes para futuras intervenções. Estes princípios podem ser agrupadosda seguinte maneira:</p>



<p>Atitude do Educador</p>



<p>Ambiente de Educação/Aprendizagem Relações com o Surdocego</p>



<h1 class="wp-block-heading">Atitude do Educador</h1>



<p>Ao desenvolvermos qualquer trabalho junto as Pessoas Surdocegas, é de fundamental importância a colaboração que as famílias têm juntado aos profissionais de outros serviços para a educação desta pessoa, no sentido de termos abordagens de cunho transdisciplinar em que as pessoas que dela fazem parte partilhem os mesmos objetivos. Consequentemente, a família e o educador não se sentem tão isolados sendo estes então os principais impulsionadores da educação das Pessoas Surdocegas. “Os outros técnicos trabalham diretamente com ela durante o processo de avaliação e ajudam a implementar as estratégias mais específicas nos ambientes naturais ao Surdocego.” (Smith e Lavack, 1996, p. 7). Também considerando a complexidade do trabalho, acarretando dessa forma abandono por parte de educadores e de equipe transdisciplinar, a família é, frequentemente, o único elemento que ano após ano continua o trabalho com a Pessoa Surdocega. Assim, quando esta está envolvida é mais fácil manter a consistência das estratégias e dar continuidade ao trabalho, principalmente a este significativo grupo de deficientes, dado que grande parte da intervenção, principalmente nas primeiras idades de uma Pessoa Surdocega pré-simbólica é reforçada ou realizada no ambiente familiar (Smith e Lavack, 1996, p. 8). Como acontece na educação de qualquer pessoa, outro princípio a considerar é a independência. O educador e a família devem procurar ajudar a Pessoa</p>



<p>Surdocega a funcionar o mais independente possível nos ambientes em que se encontra inserido. Para Pessoas Surdocegas pré-simbólicas, contribuir para independência pode significar ter muita energia, criatividade, tolerância de nossa parte, pois, pode ser mais fácil fazer a tarefa pela Pessoa Surdocega do que ensiná-lo a fazer. Para a Pessoa Surdocea pós-simbólica, independência pode significar o uso de algum equipamento especial, e, com certeza, a aprendizagem de modelos de comunicação alternativos.</p>



<p>Uma grande parcela das Pessoas Surdocegas ainda não é capaz de defender os seus próprios direitos, sendo essencial que quem contate com eles sistematicamente respeite os seus direitos individuais, como por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ter consciência da privacidade da Pessoa Surdocega pré-simbólica, isto é, não discutir assuntos relacionados com ele na sua presença. O fato de frequentemente não conseguir falar ou ter dificuldades em pensar não significa não compreender que se está a falar dela. (Cushman, 1992, p. 9).</li>



<li>Ter consciência que uma Pessoa Surdocega pós-simbólica pode defender seu ponto de vista e seus direitos apesar de ser Surdocego. Sua capacidade intelectual pode estar em plenas condições de desenvolvimento, e, isso pode justificar seu desejo de autonomia.</li>



<li>Permitir que tenha a dignidade de correr alguns riscos naturais, deixando a Pessoa Surdocega fazer tudo aquilo que puder por si só, embora, por vezes, possa ser inconveniente para os outros.</li>
</ul>



<h1 class="wp-block-heading">Ambiente de Educação e Aprendizagem</h1>



<p>É indispensável para qualquer Pessoa Surdocega criarmos um ambiente de aprendizagem que constitua uma verdadeira experiência do aprender. Devemos organizar um ambiente em que a Pessoa Surdocega possa estar ativo, promovendo ele próprio a aprendizagem, ou seja, um ambiente que convide a resposta. Devemos envolve-lo numa aprendizagem ativa possibilitando, de algum modo ter controle sobre seu ambiente e motivação para iniciar respostas que controlem acontecimentos. É fundamental considerar a abordagem multissensorial principalmente quando a Surdocegueira apresenta dificuldades de desenvolvimento e sensoriais. “Como o Surdocego poderá ter dificuldades em aprender através da audição e da visão, beneficiará de uma intervenção baseada no desenvolvimento de outros sentidos” (Cushman, 1992, p. 10). Às experiências táteis são indispensáveis. É a forma de se adquirir informação acerca do mundo, principalmente se o indivíduo for totalmente cego. Os canais auditivos também são importantes, pois ajudam o indivíduo a funcionar nos ambientes. Adicionalmente, os sentidos do olfato, do gosto e do movimento também ajudarão a compreender melhor o mundo que nos rodeia. De acordo com Cushman (1992), cada um dos sentidos deve ser incorporado numa intervenção integrada, de modo a encorajar a Pessoa Surdocega a explorar o mundo a sua volta. É essencial ensinarmos habilidades funcionais (*1) a Pessoa Surdocega. Quanto mais funcional for o ensino, maior é a possibilidade de êxito, pois melhor compreende o seu significado. Assim é muito importante tanto para a Pessoa Surdocega pré quanto para a pós-simbólica, analisarmos o valor de uma determinada habilidade. Questões como: para que aprender isso? Será relevante para sua vida futura? Promove sua independência? São muito importantes e devem ser consideradas.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Relações com a Pessoa Surdocega</h1>



<p>As experiências e atividades devem centrar-se nos interesses das Pessoas Surdocegas. Com os pré-simbólicos este deve conhecer suas preferências e interesses em determinados objetos e atividades usando sua observação para isso e usando este conhecimento como ponto de partida para a seleção de atividades. Por outro lado, os pós-simbólicos, que são em grande parte mais susceptível a mudanças, seus interesses também devem ser respeitados, principalmente aqueles que visem à inclusão social, sua comunicação, e seu crescimento pessoal/individual. Outro aspecto capital, principalmente com relação aos pré-simbólicos é dar tempo para que ele responda. Uma criança Surdocega precisa de mais tempo para a manipulação e exploração tátil. Se tiver outras condições associadas, o tempo deve ser ainda maior. Ela precisa de tempo para dar sentido ao que acontece em sua volta, assim, “as mudanças de materiais, de atividades, não ficam confusas” (Chen e Dote-Kwan, 1995, p. 11).</p>



<h1 class="wp-block-heading">Bibliografia</h1>



<p>Chen, D.; Dote-Kwan J. Starting Points:Instructional Pratices for Young children Whos Multiple desabilities Include Visual Impairment. Blind Children Center. Los Angeles, Califórnia, 1995. In: Nunes M. C. A. Aprendizagem Ativa na Criança Multideficiente com Deficiência Visual: um guia para educadores. Perkins School for the Blind, 1999.</p>



<p>Cushman, C. Teaching Children With Multiple Disabilities na Overview. Perkins School for the Blind, 1992. In: Nunes M. C. A. Aprendizagem Ativa na Criança Multideficiente com Deficiência Visual: um guia para educadores. Perkins School for the Blind, 1999.</p>



<p>Smith, M. e Nancy, L. Teaching Students With Visual and Multiple Impairments a Resouce Guide. Texas School for the Blind and Visually Impaired, 1996. In: Nunes M. C. A. Aprendizagem Ativa na Criança Multideficiente com Deficiência Visual: um guia para educadores. Perkins School for the Blind, 1999.</p>



<p>Artigo de Alex Garcia da AGAPASM</p>



<p><strong>Quem é Alex Garcia?</strong></p>



<p>Pessoa Surdocega, com Hidrocefalia e Doença Rara  e &#8220;Comendador de Sepé Tiaraju&#8221;<br>Presidente da AGAPASM &#8211; <strong>Associação Gaúcha de Pais e Amigos dos Surdocegos e Multideficientes</strong><br>Visite o site para mais artigos e textos: https://www.agapasm.com.br/</p>



<p></p>
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		<title>Linguagem, Comunicação e Língua</title>
		<link>https://tudosobreinclusao.com/2025/05/20/linguagem-comunicacao-e-lingua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[TIC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 21:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação Acessível]]></category>
		<category><![CDATA[Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Raras]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[surdocegueira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Alex Garcia 20/05/2025 Para compreendermos a Surdocegueira e atuarmos na Educação de Surdocegos precisamos&#8230; <a class="continue" href="https://tudosobreinclusao.com/2025/05/20/linguagem-comunicacao-e-lingua/">Continuar lendo<span> Linguagem, Comunicação e Língua</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por: Alex Garcia</strong>  20/05/2025 </p>



<p>Para compreendermos a Surdocegueira e atuarmos na Educação de Surdocegos precisamos entender claramente as matérias linguagem, comunicação e língua.</p>



<p>O que é linguagem? Linguagem é o conjunto de processos que podem utilizar um código ou sistema convencional que serve para representar conceitos ou para comunicá-los e que utiliza um conjunto de símbolos arbitrários e de combinações desses símbolos. (Habib, 1994, Pp.197).</p>



<p>Referindo-se à linguagem, penso que é necessário alargarmos um pouco mais a explicação. Certa ocasião, refletindo juntamente com a Dra. Isabel Amaral, de Portugal (Mestre em Educação de Surdocegos e Multideficientes pelo Boston College-USA, observamos que a Linguagem possui símbolos organizados de forma estruturada. É essa a noção que, por exemplo, destaca Chomsky.</p>



<p>Cada língua tem a sua própria estrutura, mas há uma &#8220;estrutura profunda&#8221; que é como que uma noção que todos nascemos de que os símbolos têm que ser organizados. Quer dizer, nem só a língua tem aspectos semânticos, sintáticos, fonológicos, etc. A linguagem representa a capacidade que temos de adquirir esses aspectos todos, independentemente da língua. Cada língua apenas tem formas individuais de organização semântica, sintática, etc. Mas é comum a todas as pessoas a capacidade de adquirir essas estruturas. Exemplos de linguagem podem ser: dar nomes a objetos (semântica); saber a forma como combinar as palavras para cumprimentar uma pessoa (pragmática); organizar uma frase correta para exprimir uma idéia (sintaxe).</p>



<p>Exemplos de língua são as várias línguas do mundo. Português, Japonês, Libras, etc.</p>



<p>Qualquer pessoa que utiliza mais do que uma língua, por exemplo, tem uma capacidade de linguagem única, que é independente dessas línguas, embora se demonstre através delas.</p>



<p>Num sentido lato, podemos falar da linguagem da arte, da linguagem do corpo, etc., e aí, de fato, estamos mais a focar o aspecto da comunicação do que da linguagem em si própria. Num sentido mais lingüístico, a linguagem é uma capacidade que o ser humano tem de adquirir regras de estrutura que lhe permitem, quando exposto a uma língua, adquiri-la. Pensamos que apenas os seres humanos (tanto quanto a gente sabe) conseguem detectar e desenvolver as regras da gramática? Ninguém ensina regras a uma criança pequena e elas desde cedo aprendem a usá-las sem mesmo as saber. É isso que é interessante. Independentemente da língua a que estão expostos, todas as crianças desenvolvem linguagem!</p>



<p>Saussure, um dos primeiros lingüistas da história, dizia que para ele era difícil definir linguagem, porque não se podia &#8220;ver&#8221; nem &#8220;analisar&#8221;. Mas Chomsky clarificou este aspecto dizendo que linguagem era uma &#8220;capacidade&#8221;. Esta capacidade pode nunca se desenvolver se uma criança não estiver exposta a uma língua.</p>



<p>Com base nessas argumentações, podemos considerar que Linguagem – Comunicação – Língua são matérias diferentes uma da outra, porém, uma depende da outra para existir.</p>



<p>Linguagem como sendo o Significado Simbólico pelo qual organizamos pensamentos e os compartimos com outros. Exemplo: Símbolos e Significados de tudo o que existe e do que nos cerca.</p>



<p>Comunicação como sendo os Modelos e Sistemas usados para transmitir e compartir com outros a Linguagem Simbólica (Significados).</p>



<p>Língua, sob um aspecto técnico-analítico, são sistemas de comunicação estruturados, com coerência, sintaxe, semântica, etc.</p>



<p>Uma questão importante a compreender é quando se destaca diferença e dependência entre Linguagem – Comunicação – Língua.</p>



<p>Se existir Linguagem sempre existirá Comunicação.</p>



<p>Se existir uma Comunicação sempre existirá uma Linguagem.</p>



<p>Porém, a existência de Linguagem e de Comunicação nem sempre resulta na existência de uma Língua.</p>



<p>Exemplo disso pode-se verificar em uma criança que tenha deficiências graves, como a Surdocegueira. Ela se comunica (Comunicação) através de mordidas, ou seja, ao não gostar de algo, ou pessoas, e querer que se afaste, ela morde. O morder significa &#8220;Não Quero&#8221; (Linguagem). Esse morder não é uma Língua. Obviamente, se existe Língua, sempre existirá Comunicação e também Linguagem. Assim, uma Pessoa Surda usa a Língua de Sinais. Essa Língua comunica o que sua Linguagem descreve. Uma ressalva importante é observar como se adquire a Linguagem? A Linguagem está diretamente ligada às experiências vivenciadas por uma pessoa. Quanto mais experiência uma pessoa tiver, significa que diferentes linguagens (significados) essa pessoa vai possuir.</p>



<p>Lev Vygotsky nos ensinou: a Linguagem quem nos dá é o outro! Sempre! Pois estamos em uma constante inter-relação com outras pessoas. Assim, pode-se considerar que a Linguagem é apreendida e passa de pessoa para pessoa, tendo aspectos culturais que a condicionam.<strong>Alex Garcia – Pessoa Surdocega com Hidrocefalia e Doença Rara.</strong></p>



<p><strong> Site: </strong><a href="http://www.agapasm.com.br/"><strong>www.agapasm.com.br</strong></a><strong> </strong></p>



<p><strong>E-mail: </strong><a href="mailto:agapasm@agapasm.com.br"><strong>agapasm@agapasm.com.br</strong></a></p>



<p></p>



<p>Ajude a compartilhar a comunicação acessível.  Obrigada, Cristiane Mayworm.</p>



<p></p>
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